27 de mai de 2012




Há uns dias eu ando assim meio chata. 
Tenho a péssima mania de ficar guardando as coisas só pra mim, tudo pra mim, só que uma hora o copo transborda. 
Não tem como ser de aço o tempo todo não é mesmo? 
Até que eu gostaria. 
Queria me importar menos, me preocupar menos, sentir menos, mas não consigo.  
Está ficando mais forte do que eu, a porra toda tá ficando séria. 
E quem disse que sensibilidade não combina com palavrão? Claro que combina! 
E eu faço isso ficar tão divertido...  Quem acha que isso não pode, é porque não me conhece, faço isso de um jeito tão desajeitado, mas garanto que não perco o fio da meada. 
Eu estou cansada de ser otimista e acabei desabando, assim de uma hora para outra. 
Não sei se isso servirá como um momento de reflexão, mas eu refleti chorando. E muito. 
Sem vergonha alguma, sem pressa e sem pudor algum. 
Chorei mesmo, ainda mais que este final de semana eu passei o dia todo sozinha. 
Me dei este direito. 
Até porque não será a ultima vez. 
Chorei porque eu queria que as coisas fossem diferentes. Mas não são. 
Chorei porque o que eu quero ( na verdade quem) é IM-POS-SÍ-VEL. Sim impossível. 
E não me venha falar que nada é impossível quando se quer, por que isso é apenas frase de efeito. 
E definitivamente frases de efeito pra mim, são apenas bonitas. 
Já lutei com todas as minhas forças e coragem que me cabem para estar bem sempre, mas nem sempre depende só da minha vontade. 
Independente de qualquer forma, tudo o que recebi foi inexplicável. 
Então, desta forma eu resolvi voltar. 
Voltar com belas doses de sacarmos e ironias que são de minha personalidade nada comum.

13 de mai de 2012

E não é que assistindo ao Viper no Altas horas bateu uma saudade imensa de um passado não tão distante assim. Só que hoje as coisas estão bem diferentes. Há mais ou menos 3 anos juro pra vocês que passaria a madrugada inteira esperando para ver qualquer uma das minhas bandas preferidas em qualquer programa de tv. Hoje não mais. Em especial o Andre Matos, que desde os meus 14 anos de idade eu o acompanho.
Acredite se quiser, mas eu tinha um sonho de menininha: conhecer meu ídolo. E depois de exatos 5 anos, tive meu primeiro contato com ele. Autografei meus cds, fotos, tudo o que podia ou não podia. Cara, FODA!
Daí pra frente, só corri atrás dele. Aonde estava Andre Matos, estava a Rachel Mecenas, e pode-se dizer que eu conheci boa parte do interior de SP por causa dele. Bons tempos. E realmente foram mesmo. Afinal eu estava apaixonada por tudo aquilo que eu estava vivendo. Foi intenso. Foi verdadeiro.
Só que como tudo na minha vida é meio conturbado, toda esta "paixão" acabou. Este cara aí que me fez conhecer SP de "cabo a rabo" já não consegue me fazer ficar acordada até as tantas da madrugada nem ao menos ir a um barzinho na Barra Funda ver esta reunião ( vídeo acima). Será que tô ficando velha?